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oraviva

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30
Mar21

Um sonho universal

publicado por júlio farinha

  Acredito no amanhã cheio de promessas. Acredito num mundo despoluído e sem ruído. Acredito que nada me pode contecer para além de um contínuo discorrer de melodias que anunciam felicidade. Eu, dentro do meu ser, nada serei sem ti orgulhoso e próximo universo.   Sonho acordado, olhos abertos irradiando paz. Paz e amor, sempre. Sonho entre as gentes, entre os povos, entre mim e ti, sem reservas.   Acredito no querer, no poder dos simples, no poder do amor e da amizade, na gratidão ...

Que o mundo que me é próximo faz-se sonho universal e literalmente meu e teu. Sonho de manhã contigo e o meu sonho faz-te estar perto de mim sem acordar. Lembranças de ontem são promessas de novos dias. O passado é já amanhã e amanhã já é ontem. Assim vamos andando ao sabor dos dias que vão e vêm.

Ontem lembrei-me de ti. Com saudade! Nesse sonho havia amizade e amor, solidariedade, e tudo de bom. Como gostava que ainda vivesses. Será que ainda vives? Sim, certamente. Pelo menos em mim.

Foram os nossos valores que, conjuntamento, cimentaram os nossos queridos ajustes de alma e são estes que ainda permanecem. "O que é, permanece" , tal como dizia Parménides. É por isso que o amor que nos atingiu não nos abandonou nunca. É como um sonho universal e permanente.

      

26
Mar21

Negativo, sim. Positivo, sempre

publicado por júlio farinha

Durante meses em fuga da virulenta situação inúmeras voltas dei à pandemia. Nunca saberei quantas vezes fui assediado pelo surto. Só a semana passada concluí, em terra de teste, que sou, ou fui negativo. Sempre? Não sei. Posso ter sido assintomático. Que importa? Agora, agora estou, ou sou, livre. 

Negativo perante o vírus sinto-me positivo na minha alma.

A positividade anímica deu-me para passar músicas de que gosto e abandonei, até hoje, a escrita. A música foi o meu conforto e relegou-me para o passado onde fui verdadeiramente feliz. Este pequeno escrito anuncia um desejo: comemorar o possível desconfinamento a que tanto almejo com palavras e frases recuperadas da minha memória passada no inferno da prisão mental a que fomos obrigados.

Desejo ainda que sirva, este texto, para homenagear aqueles que nesta plataforma trocaram comigo impressões e que terão sofrido com o ataque malévolo da doença pandémica. Para aqueles que continuaram a não dar tréguas ao vírus aqui deixo os meus parabéns.

O futuro há-de reunir-nos de novo e voltaremos a escrever sobre o que nos vai no espírito fazendo-nos lançar ao mundo que foi, e será, sempre o nosso.

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